Já o disse, e repito, que não sou apologista de qualquer tipo de violência física, principalmente quando o tema é futebol, que é o desporto mais bonito do Mundo e que mais apaixona adeptos por esse Mundo fora.
Violência verbal..ok, aceito, até porque eu gosto muito de insultar o Javi Garcia, o Luisão..coitadas das mães deles..bem, adiante. :)
Uns insultozitos, pronto, OK, agora calhaus, isso não!
Contudo, quanto a mim, mais importante que condenar esta violência é tentar percebe-la. E, para isso, eu tenho as minhas teorias.Uma delas, curiosamente, vem expressa no Comunicado que o FC Porto ontem fez derivado ao apedrejamento da casa do FCP em Coimbra:
O incidente de Coimbra aconteceu menos de duas horas depois de Rui Gomes da Silva ler um comunicado da Benfica SAD, uma escolha nada inocente, como até o jornal “A Bola” reconhece na página 2 da sua edição de hoje. Que será feito do prolixo porta-voz que até estava presente no incidente da A41, desta vez remetido à subalternidade e substituído pelo administrador que mais tem contribuído para o actual clima de tensão através das suas intervenções e provocações televisivas.
Subscrevo.
Não tenho dúvidas em afirmar que uma ma das maiores razões para este clima de ódio contra o Benfica, a sua equipa, e principalmente o seu Treinador e Dirigentes, resulta das suas declarações que são feitas, da forma como estas são proferidas, e também da forma como alguns jogadores actuam desonestamente dentro do campo.
Todos os fns-de-semana vemos agressões dos jogadores do Benfica a jogadores adversários passarem impunes.
O que podemos fazer? Nada.
Todos os fins-de-semana vemos e ouvimos o Jesus falar de forma arrogante, por vezes com declarações que faltam ao respeito do adversário.
O que podemos fazer? Nada.
Todas as segundas-feiras vemos e ouvimos o Gomes da Silva dizer barbaridades na televisão, como algumas que citei no outro post.
O que podemos fazer? Nada.
Todos os dias vemos as capas dos jornais desportivos, que com um jornalismo faccioso, com dois pesos e duas medidas, exalta os feitos de uns e branqueia os feitos de outros.
O que podemos fazer? Nada.
Na Luz vemos o Jesus a mandar no quarteto de arbitragem, a ir até à linha final protestar, a entrar dentro do campo para agredir adversários no final dos jogos.
O que podemos fazer?
Podemos fazer de todos estes factores uma motivação ainda maior para vencer ainda mais e ainda melhor, dentro do campo.
E, meus amigos, nisso, nenhum clube dá lições ao FC Porto.
Enquanto se continuar a desrespeitar cegamente o FC Porto e todos os seus adeptos, vai ser difícil parar isto.
Como se costuma dizer: há malucos para tudo.
Quem semeia ventos, colhe tempestades...






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