Monday, April 4, 2011

O Título, o Jogo, os Homens, e os novos Desafios

 
O Título

À 25ª jornada o Futebol Clube do Porto conquistou ou seu 25º título, SOMOS OS CAMPEÕES DE ABRIL, derrubámos o regime! Os nossos bravos soldados vestidos de azul e branco passaram a ponte e em pleno hemisfério fraco apagou a luz e festejou em sintonia com as lágrimas de 6 milhões de benfiquistas que transbordaram pelo sistema de rega.
  
A água representou a limpidez e a vitalidade com que conquistámos este título, a escuridão representou o luto pelo falecimento do Benfica bicampeão e candidato à Liga dos Campeões.

Ainda chamaram um electricista, mas o raio do “iluminado” tem a mania que é catedrático e naquele momento devia estar fechado no seu gabinete a dar uma palestra para si próprio num dos seus monólogos de “acarditação” irreal. Graúda azia, graúdo melão.

Game over: Benfica campeão? Só se fôr na playstation. No mundo real o azul voltou a reinar. Alíás a manada pressentiu a falta de estofo do seu clube ao boicotar uma enchente na luz.  

O Jogo

Os jogadores do usaram o “Coração com Razão” que carregam no interior das suas camisolas e com muita pressão aumentaram a distância pontual para 16 pontos. Este mui nobre sempre leal clube invicto não perdeu uma única vez nas 25 jornadas que este campeonato leva.

A equipa de caceteiros fez jus aos seus pergaminhos e com a complacência de Duarte Gomes passou impune em muitos lances. Nem me lembro bem de todos, mas foi algo assim:

- Pelo menos 1 penalty por marcar a favor do FCP;

- 3 jogadores do Benfica por expulsar por acumulação (Coentrão, Airton e Aimar) e dois por vermelho directo (Javi Garcia sobre Varela e César Peixoto sobre Guarín);

- Um penálti mal assinalado contra o FCP e que resultou no 8º golo sofrido neste campeonato. (Recordo que deviam ser menos neste post);

- Um jogador do FCP expulso de forma injusta tanto no 1º como no 2º amarelo.

Mas nada de absurdo, em plena catedral dos roubos, Duarte Gomes ainda teve a crença de que poderia adiar o título para agradar o propagandistas.

Tal como tínhamos previsto aqui no blog Guarín facturou. Hulk teve a sua oportunidade de vingança pessoal e foi direitinho festejar com Sapunaru. A “Maçã podre” conquistou o seu primeiro título nacional, Cebola festejou em plena Luz.


André Villas Boas

Este míudo portista de 33 anos de descendência inglesa e que gosta de vinho teve um orgulho enorme quando foi apresentado. Não prometeu títulos apenas garantiu um compromisso com a vitória de um clube que vence desde 1893.

Aqui só para nós que ninguém nos "ouve": esta apresentação tresandava a título...


Pinto da Costa

O homem dedicou o título a quem devia dedicar, manifestou o desprezo a quem devia manifestar como tínhamos aqui referido, falou no melão dos pravdas e Kasparov e até colocou um toque de telemóvel com uma galinha a cacarejar. Não hajam dúvidas que este nosso presidente está acabado para o futebol…


Desculpem o cliché desta piadola: mas… se o Porto podia ter sido campeão sem ser na Luz? Podia, mas não era a mesma coisa… é que nem tinha nada a ver. Fomos lá brincar com a "instituição".

O "Resgate" cumprido



Novos desafios aproximam-se...

Para de tentar fazer história, ao ser campeão sem derrotas, acredito que neste momento André Villas-Boas esteja a apontar baterias à Liga Europa. O nosso destino é vencer. E, acredito, o nosso destino é...












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Uma vez mais,
OBRIGADO FUTEBOL CLUBE DO PORTO. 

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