Tivemos o caso gritante de Bruno Alves, que fazia do seu pai (e empresário também) o moço de recados para a SAD e Imprensa: que ele queria sair, que merecia dar o salto, isto, aquilo e mais não sei o quê.
Quando Lisandro estava num impasse pela renovação ou saída, o seu empresário também veio com afirmações patéticas (só incendiárias a quem se deixar levar por isto), sem nunca ter tido tanto protagonismo na vida.
E agora assistimos ao caso 'Álvaro Pereira'. Um jogador, do qual, nunca vimos ou ouvimos uma palavra que fosse. Aliás, lembro-me que quando 'Palito' estava na Copa América, falou aos jornalistas a dizer que estava a torcer pelos seus companheiros de equipa e que ansiava regressar. O que mudou desde então ?
O interesse de um clube (ou sociedade financeira ??) como o Chelsea pode mover mundos. Quando a isso se junta a influência de um ex-treinador que, apesar de tudo o que se lhe possa apontar neste momento, era carismático e tinha os jogadores do seu lado, move muito mais. O que o empresário de Álvaro Pereira disse hoje pode ser interpretado de duas formas:
1) o jogador delega esta responsabilidade no seu empresário para (não sei como, mas pronto) pressionar o nosso presidente a vendê-lo ao Chelsea, como todos querem menos nós, portistas;
2) só o empresário é que fala e, por isso, se fechado o mercado, Palito continuar connosco, vai ser o primeiro a estar presente naquelas Super-Flashes antes dos jogos da Liga e vai negar que tivesse encomendado tal discurso.
A ver vamos ...






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