Monday, August 15, 2011

O mesmo filme




O Futebol Clube do Porto lá entrou a ganhar, foi o “um-zerinho” e de penalty convertido, tal como na época passada na jornada inaugural. Para a história fica um vitória arrancada à custa de uma grande penalidade, no esquecimento cairá o facto dessa grande penalidade ter sido justa, na classificação contarão até ao fim da época estes 3 pontinhos.

A exemplo do que aconteceu na época transacta, quando Moutinho foi pontapeado na cabeça e Guarín foi vítima  de entrada duríssima, neste ano as mesmas personagens viram os pitões de seus adversários cravarem-lhes os pés, futilidades no entender de muita "gente" mas nós portistas que vemos os jogos inteiros não caímos nessas camuflagens. Aquele marroquino terminou o jogo não se sabe como…

Em relação à exibição da equipa, existe algum desconforto normal, mas nem por isso justificado da parte dos portistas. Ontem é verdade que Nilsson não teve muito trabalho,  mas Hélton muito menos. Manuel Machado tem por hábito neutralizar o adversário, ignorando as potencialidades ofensivas das suas equipas. Dois jogos oficiais, duas vitórias.

Não podemos ter um “obsessivismo" pontual, mas também não podemos deixar de ficar satisfeitos com uma vitória na casa Vitória de Guimarães. Não houve ópera, mas vai haver. Não houve fato e gravata, houve apenas uma gravata em plena grande área, e isto é um “fato”.

Sem a locomotiva Álvaro Pereira, com um Guarín algo pesado (não em kilogramas, mas no défice de energia que o caracteriza), com um Falcao a part-time, 3 jogadores muito influentes na equipa.

Podiamos ter ganho de outra forma? Podíamos, mas pontualmente seria exactamente a mesma coisa…



Que seja…  Se quiserem, este ano podem indignar-se mais cedo, organizam já um almoço entre dirigentes e jornaleiros à 1ª jornada e desistem logo do campeonato. Se nem com golos em fora-de-jogo conseguem vencer… 

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